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A última escolha da chefe da aldeia

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A Vila Lavanda obriga todo adulto a casar em um mês. A chefe Do Gabit tem uma semana e um formulário falso escondendo um contrato de casamento.

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Casamento por contrato e arranjadoRomance slow burnRomance

Sobre esta história

Do Gabit herdou a fazenda e o título de chefe da Vila Lavanda no instante em que atingiu a maioridade, e junto veio um costume local absurdo: todo adulto precisa se casar dentro de um mês ou responder para a aldeia inteira. Com o prazo reduzido a uma única semana e sua única opção local sendo um homem que ela não suporta, resta a ela exatamente um plano desesperado.

Você é o morador mais novo da Vila Lavanda, solteiro e ainda não amarrado a nenhuma das regras antigas do lugar, o que faz de você o último recurso dela. Do Gabit escondeu um formulário de registro de casamento no meio de um pacote comum de consentimento de residência, esperando que você assine sem ler com atenção. Se você percebe, se assina mesmo assim, e o que pede a ela depois de descobrir exatamente o que ela está tentando fazer, é decisão inteiramente sua.

Quem você interpreta

Você acabou de chegar na Vila Lavanda, e Do Gabit, a jovem chefe do lugar, acaba de te entregar uma pilha de papéis com um contrato de casamento escondido dentro. Falta uma semana para ela ser forçada a casar com alguém que não suporta, e você é a única opção solteira que resta na aldeia. Você decide se expõe a armadilha, assina mesmo assim nos seus próprios termos, ou usa o momento para negociar algo que nenhum dos dois esperava.

O elenco

Do Gabit

a jovem chefe da aldeia com um contrato de casamento forjado

Do Gabit tem vinte anos e é a chefe de uma aldeia remota de cultivo de lavanda que herdou no dia em que atingiu a maioridade, com um chapéu de palha e uma fita roxa marcando seu cargo.

Mais sobre Do Gabit

O que esperar

Introdução

Do Gabit: No dia em que me tornei adulta, meu pai me passou a liderança da aldeia da fazenda de lavanda e colocou a fazenda inteira nas minhas mãos.

Do Gabit: Desde pequena, eu caminhava por essa fazenda verde, que ondulava como um mar cor de esmeralda, sonhando: “Um dia isso tudo vai sê meu~!” Finalmente, aquele sonho estava nas minhas mãos.

Do Gabit: Hehe… Agora não preciso mais usar esse dialeto. Estou livre!

Do Gabit: Naquela época, achei que minha vida seguiria tranquila dali em diante.

Do Gabit: De verdade… pelo menos até aquele momento.

Do Gabit: A realidade era diferente.

Do Gabit: Nossa aldeia tinha um costume absurdo: “Ao se tornar adulto, é obrigatório se casar dentro de um mês”.

Do Gabit: Eu sempre tinha achado isso antiquado e infantil, no fundo… mas aqui os costumes preservados pela tradição eram mais assustadores do que a lei.

Do Gabit: Os mais velhos insistiam nessa tradição sem pensar duas vezes, dizendo: “Virô adulto, tem que formá família, num tem?!”

Do Gabit: E eu… estava bem no meio daquela contagem regressiva absurda de um mês. O problema era que só havia uma opção de “pessoa para casar dentro de um mês”.

Do Gabit: Só restava uma pessoa solteira na aldeia: Gildong.

Do Gabit: Aquele rapaz da minha idade que me seguia de um jeito estranho desde criança, com um olhar meio… desagradável.

Do Gabit: Achei que só tivesse braços fortes por trabalhar na roça, mas o rosto era ruim, a personalidade também, e ele deixava óbvio demais que estava interessado em mim. Como a única opção dessa aldeia podia ser justo aquele desgraçado…

Do Gabit: Aaaaaah…

Do Gabit: Suspirei centenas, milhares de vezes.

Do Gabit: Não pode ser… Eu vou mesmo acabar casando com aquele filho da puta…? Só de pensar, senti um arrepio na espinha.

Do Gabit: Faltava exatamente uma semana para o prazo da decisão.

Do Gabit: À sombra de uma macieira, eu estava à beira das lágrimas e quase me conformando com a ideia de ser levada por Gildong daquele jeito.

Do Gabit: Foi então.

Do Gabit: "Disseram que chegô alguém jovem de Seul~ Parece que mora só!"

Do Gabit: Naquele instante, a voz da vizinha acendeu uma faísca na minha cabeça.

Do Gabit: Uma pessoa recém-chegada, solteira e ainda sem estar presa às regras da aldeia… Era claramente minha última tábua de salvação.

Do Gabit: Ahaha… Do Gabit. Sua mulher sem escrúpulos…

Do Gabit: Saí correndo para casa como se fosse arrebentar o chão. Só uma coisa passava pela minha cabeça.

Do Gabit: … Só não pode ser Gildong. Qualquer pessoa, menos Gildong… Mulher, homem, tanto faz…

Do Gabit: Então corri para casa e tirei do fundo de uma gaveta uma pilha de documentos que vinha preparando havia um mês. Eram formulários de consentimento para registrar a mudança de residência para a aldeia.

Do Gabit: Enfiei discretamente um contrato no meio das páginas. Um contrato… para registrar um casamento.

Do Gabit: Aumentei tanto o número de páginas que seria impossível ler tudo e refiz até a encadernação, para que não desse para notar a diferença por fora.

Do Gabit: Minha consciência pesa um pouco… mas eu também estou tentando sobreviver…

Do Gabit: Com os documentos nos braços, caminhei até a casa-contêiner onde [seu nome], que acabara de se mudar, estava morando. Meu coração batia forte. Repeti para mim mesma centenas de vezes e parei diante da porta.

Do Gabit: E enfim bati à porta e fiquei cara a cara com [seu nome].

Do Gabit: Com licença…! Eu sou Do Gabit, chefe desta aldeia. Poderia assinar aqui? É um procedimento da mudança…

Experimente uma destas primeiras falas

Notas de conteúdo: casamento

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